Boas Práticas Para garantir uma integração estável e eficiente com a API da Oystr, tanto em Lotes ou Itens, recomendamos observar as seguintes boas práticas: Frequência de envio de requisições Evite o envio excessivo de chamadas em curtos períodos de tempo. Altas taxas de requisição podem gerar sobrecarga, aumento de filas internas e impactar o tempo de processamento dos robôs. Isso também poderá acarretar em problemas de bloqueios externos e autenticação/identidade com os sistemas envolvidos. Frequência de consulta de resultados (polling) As consultas de resultados devem respeitar os intervalos recomendados. Polling muito frequente pode causar consumo desnecessário de recursos e degradação de performance. Para consulta de resultados recomendamos intervalos entre 30 e 120 segundos. Consulta de dados antigos Resultados de execuções ficam disponíveis para consulta por um período limitado. Atualmente, a Oystr mantém os dados disponíveis por até 7 dias. Após esse período, os dados podem não estar mais acessíveis. Validação de credenciais antes da execução Evite executar robôs com credenciais potencialmente inválidas ou expiradas. Esse tipo de execução consome recursos desnecessários (como captcha, proxy e processamento) e pode impactar negativamente o desempenho geral da operação. Evitar execuções duplicadas em curto intervalo Não execute o mesmo robô com os mesmos parâmetros repetidamente em um curto espaço de tempo. Isso pode gerar consumo desnecessário de recursos e aumentar o risco de bloqueios externos (ex: sistemas de terceiros). Sempre que possível, utilize mecanismos de controle como cid para evitar duplicidade. Registro de requisições e respostas (logging) Recomendamos armazenar as requisições enviadas e as respostas recebidas (incluindo IDs de execução) em logs ou arquivos persistentes. Isso é fundamental para rastreabilidade, auditoria e investigação de possíveis problemas em ambiente de produção.