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Boas Práticas

Para garantir uma integração estável e eficiente com a API da Oystr, tanto em Lotes ou Itens, recomendamos observar as seguintes boas práticas:

  • Frequência de envio de requisições
    Evite o envio excessivo de chamadas em curtos períodos de tempo. Altas taxas de requisição podem gerar sobrecarga, aumento de filas internas e impactar o tempo de processamento dos robôs. Isso também poderá acarretar em problemas de bloqueios externos e autenticação/identidade com os sistemas envolvidos.
  • Frequência de consulta de resultados (polling)
    As consultas de resultados devem respeitar os intervalos recomendados. Polling muito frequente pode causar consumo desnecessário de recursos e degradação de performance. Para consulta de resultados recomendamos intervalos entre 30 e 120 segundos.

  • Consulta de dados antigos
    Resultados de execuções ficam disponíveis para consulta por um período limitado. Atualmente, a Oystr mantém os dados disponíveis por até 7 dias. Após esse período, os dados podem não estar mais acessíveis.

  • Validação de credenciais antes da execução
    Evite executar robôs com credenciais potencialmente inválidas ou expiradas. Esse tipo de execução consome recursos desnecessários (como captcha, proxy e processamento) e pode impactar negativamente o desempenho geral da operação.

  • Evitar execuções duplicadas em curto intervalo
    Não execute o mesmo robô com os mesmos parâmetros repetidamente em um curto espaço de tempo. Isso pode gerar consumo desnecessário de recursos e aumentar o risco de bloqueios externos (ex: sistemas de terceiros). Sempre que possível, utilize mecanismos de controle como cid para evitar duplicidade.

  • Registro de requisições e respostas (logging)
    Recomendamos armazenar as requisições enviadas e as respostas recebidas (incluindo IDs de execução) em logs ou arquivos persistentes. Isso é fundamental para rastreabilidade, auditoria e investigação de possíveis problemas em ambiente de produção.